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Ônibus de Campinas (SP) testam QR Code para eliminação de dinheiro a bordo

De acordo com o poder público, testes vão até 28 de fevereiro


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A Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, responsável pelo gerenciamento dos transportes na cidade interior de São Paulo, começou a fazer testes com bilhetes de papel que possuem QR Code (Quick Response Code, ou Código de Resposta Rápida na sigla em Inglês). O objetivo, seguindo determinação do Ministério Público do Trabalho que estipulou o fim da dupla função, é eliminar dinheiro a bordo.


Em outubro de 2014, as empresas de ônibus colocaram em prática o projeto de extinguir o dinheiro com a saída dos cobradores. Os passageiros não podiam mais pagar com cédulas e moedas, mas por oito meses houve venda de bilhetes eletrônicos dentro dos ônibus.


Em junho de 2015, os passageiros puderam pagar novamente com dinheiro. Foi neste momento que o Ministério Público do Trabalho iniciou investigações e constatou que a retirada dos cobradores e a intensificação da bilhetagem eletrônica não eliminou a dupla função. Os motoristas continuaram a receber em dinheiro e também vendendo cartões.


As empresas de ônibus alegaram que a maioria dos passageiros já usava o bilhete eletrônico, mas o Ministério Público do Trabalho constatou que havia mais pessoas pagando com dinheiro do que o número alegado pelas companhias de transporte.


Segundo a Emdec, os testes com o QR Code devem seguir até 28 de fevereiro em 25 ônibus, de oito linhas que atendem os distritos de Sousas e Joaquim Egídio. Os veículos receberam novos validadores com leitora óptica e circulam nas linhas: 300 – Sousas / Terminal Barão Geraldo; 390 – Joaquim Egídio; 391 – Nova Sousas; 392 – San Conrado; 393 – Cabras / Estação Sousas; 394 – Parque Jatibaia; 396 – Sousas; e 398 – Fazenda Espírito Santo / Estação Sousas.


O QR Code é um código de barras bidimensional, impresso em papel, que armazena dados e caracteres. O ticket terá a codificação da tarifa. O bilhete com o QR Code tem o custo de R$ 4,50, valor de uma passagem para pagamento em dinheiro. E não dá direito à integração, portanto, é voltado para passageiros eventuais, que hoje pagam em espécie.


Em nota, a Emdec explica como será a comercialização: “no período de testes, a comercialização das passagens com QR Code será feita na região de Sousas, em três lojas da rede credenciada pela Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc). Também haverá monitores, devidamente uniformizados, vendendo os bilhetes nos principais pontos de embarque do distrito.


A passagem terá validade de sete dias, contados a partir da data da emissão. Não há reembolso pela não utilização do ticket e, também, emissão de segunda via por conta de perda, furto, roubo ou qualquer outra ocorrência.


Futuramente, com a aprovação da nova tecnologia e ampliação para o restante da frota, o bilhete com QR Code será comercializado em toda a rede credenciada da Transurc e no sistema de ATM’s (Automated Teller Machine), que serão implantados em pontos estratégicos do município, como terminais de ônibus, hospitais, postos de saúde e Terminal Rodoviário. Nestes equipamentos, similares a caixas eletrônicos de bancos, será possível adquirir o bilhete utilizando cartões de débito ou crédito.”


Em São Paulo, a Autopass, administradora do Cartão BOM, testa QR em alguns ônibus da Metra no Corredor ABD, no trecho entre Diadema e Berrini (zona Sul de São Paulo) e em estações da CPTM.


Fonte: Diário do Transporte


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