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Projetos de mobilidade urbana estão empacados em todo o país

Nos últimos dois anos, a liberação de recursos ficou praticamente congelada

 Em setembro de 2011, durante passagem por Belo Horizonte para vistoriar obras da Copa do Mundo, a presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou investimentos de R$ 32 bilhões para projetos de mobilidade nas maiores cidades brasileiras. A verba repassada por meio do PAC Mobilidade Grandes Cidades seria a solução para tirar do papel ações de infraestrutura prometidas havia anos, como ampliação de metrôs e construção de terminais para ônibus. Quatro anos depois, pouca coisa avançou nas obras selecionadas pelo programa. Somando os recursos já repassados e os financiamentos assinados com os governos estaduais, até este mês foram desembolsados R$ 987,9 milhões - apenas 3% do total prometido em 2011.

O programa voltado para as capitais e as maiores regiões metropolitanas do país foi apontado pela presidente como passo inicial de sua administração para melhorar a qualidade de vida nos grandes centros e agilizar o deslocamento nos espaços urbanos. "Este é um primeiro passo, é uma primeira grande iniciativa para a gente enfrentar o problema da quantidade de horas que as pessoas permanecem dentro de um transporte para ir para o trabalho, para ir para casa ou para ir para a escola", ressaltou Dilma, ao anunciar a nova etapa do PAC.

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O Ministério das Cidades, pasta responsável pelos investimentos nas obras do programa, avalia que a baixa execução está ligada à dificuldade dos governos estaduais e das prefeituras na elaboração dos projetos de mobilidade. "Os recursos são liberados de acordo com o cronograma de execução física dos empreendimentos e após a elaboração dos boletins de medição, que atestam os serviços executados e justificam a liberação", explicou o ministério em nota. A justificativa  é rebatida por gestores municipais e estaduais, que reclamam a falta de verbas da União para mobilidade.

Comissão

Se o ritmo dos investimentos em infraestrutura já vinha se arrastando entre 2011 e 2013 - quando a economia brasileira registrou crescimento -, nos últimos dois anos, a liberação de recursos ficou praticamente congelada. A baixa execução nos gastos será discutida nas próximas semanas pela Comissão de Transportes da Câmara dos Deputados. A intenção dos parlamentares é ouvir explicações dos ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, sobre o cenário para investimentos nos próximos anos.


Fonte: Estado de Minas


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